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82% dos executivos pretendem aumentar o uso de mídias sociais, segundo estudo

De acordo com uma pesquisa realizada pela divisão de consultoria da IBM com mais de 1.700 executivos-chefe de marketing, 82% deles pretendem aumentar o uso de mídias sociais no relacionamento com clientes nos próximos três a cinco anos.

No entanto, segundo o estudo, apenas 26% destes profissionais já adotaram práticas como rastreamento de blog, menos da metade deles (42%) está monitorando opiniões de terceiros e 48% fazem análises de consumidores nas redes sociais para ajudar a moldar estratégias de marketing. Além disso, 50% se consideram despreparados para gerenciar mídia social e o aumento da colaboração com os clientes.

No Brasil, a IBM escutou 56 líderes de marketing de empresas de diferentes segmentos e os resultados foram semelhantes, apesar da preocupação em investir em tecnologias ter sido bem maior: 91% contra 73% em outros países. Embora identifique a intimidade com os clientes como alta prioridade e reconheça a importância da monitoração de dados em tempo real, mais de 80% dos entrevistados ainda utilizam fontes tradicionais de informações, como pesquisas de mercado e comparações competitivas, e 68% baseiam-se em análises de campanhas de vendas para tomar decisões estratégicas.

“As pessoas compartilham cada vez mais suas experiências por meio das redes sociais, o que lhes dá maior influência sobre as marcas”, comenta Isabela Martins, líder da consultoria da IBM Brasil para CRM (Customer Relationship Management). “Esta mudança exige novas abordagens de marketing para manter a competitividade. Assim como o avanço do e-business há mais de uma década, a adoção radical da mídia social por parte dos consumidores traz desafios, mas também oportunidades para impulsionar a receita e o valor de uma marca”, destaca.

Desafios

Os resultados da pesquisa indicam quatro grandes desafios que trarão mudanças significativas nas organizações de marketing nos próximos três a cinco anos:

Explosão de dados: 90% dos dados do mundo todo foram criados nos últimos dois anos. A dificuldade é como analisar esta vasta quantidade de dados para extrair insights e usá-los com eficácia para aprimorar produtos, serviços e a experiência dos clientes.

Plataformas sociais: a mídia social permite que qualquer um se torne um editor, produtor e crítico. Hoje, 56% dos executivos de marketing enxergam a mídia social como um importante canal de interação. Porém, eles ainda têm problemas para capturar insights valiosos sobre os clientes a partir dos dados não estruturados produzidos pelos usuários.

Opções de canais e dispositivos: o aumento no número de canais e dispositivos, como smartphones e tablets, já é uma prioridade para os profissionais. Estima-se que o comércio móvel atinja US$ 31 bilhões em 2016, com taxa anual de crescimento de 39% entre 2011 e 2016. Já o mercado de tablets deve atingir 70 milhões de unidades no mundo até o final deste ano, crescendo para 294 milhões até 2015.

Dados demográficos em transformação: novos mercados globais e as gerações mais jovens, com diferentes padrões de consumo, estão mudando o cenário econômico. A equipe de marketing precisará adaptar suas estratégias para atender a esta classe média emergente.

Fonte: [Olhar Digital]

As 25 piores senhas da internet

A quantidade de serviços diferentes oferecidos na web é proporcional à quantidade de cadastros que os usuários precisam fazer – e, consequentemente, à quantidade de senhas que eles devem lembrar. Como usar o mesmo nome de usuário e senha em diversos lugares não é muito seguro, então é normal que as pessoas tenham mais do que uma palavra-chave, que vai sendo usada em diferentes lugares.

Mas, mesmo assim, às vezes as pessoas querem apenas ver uma coisa simples em um site e precisam de uma senha. No auge do desespero, sem conseguir pensar no que colocar, o usuário acaba definindo que seu password é… “password”.

A empresa dos Estados Unidos SplashGuide separou uma lista com as 25 piores senhas que foram roubadas e postadas na internet por hackers. Elas são bastante simples e podem facilmente ser descobertas por qualquer pessoa, e vão de um mísero “password” para um “123456”, passando por palavras como “football” e combinações numéricas pouco criativas como “123123”, além de combinações com números e letras como “abc123”.

Veja, abaixo, a lista das 25 senhas menos seguras da internet. Você usa alguma delas em seus cadastros?

1. password
2. 123456
3. 12345678
4. qwerty
5. abc123
6. monkey
7. 1234567
8. letmein
9. trustno1
10. dragon
11. baseball
12. 111111
13. iloveyou
14. master
15. sunshine
16. ashley
17. bailey
18. passwOrd
19. shadow
20. 123123
21. 654321
22. superman
23. qazwsx
24. michael
25. football

Fonte: [Olhar Digital]

Provedor terá que garantir banda larga veloz

As operadoras de telefonia terão de cumprir regras mais rígidas para garantir melhor qualidade nos serviços de banda larga fixa e móvel.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou hoje índices obrigatórios de velocidade mínima e velocidade média de internet rápida para reduzir o tormento de milhões de consumidores que recebem apenas 10% da velocidade contratada.

Pelas novas regras, as companhias terão de garantir 20% de velocidade mínima e 60% de média no prazo de 12 meses, antecipou à Agência Estado o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, antes do anúncio oficial da Anatel. Dentro de 24 meses, esses porcentuais subirão para 30% e 70%, respectivamente. Em 36 meses os índices alcançarão 40% para velocidade mínima e 80% para velocidade média. Continue lendo Provedor terá que garantir banda larga veloz

Google cria serviço para conectar pequenas empresas brasileiras à internet

httpv://www.youtube.com/watch?v=SXvE7p4s4Qc&feature=player_embedded

Nesta quarta-feira, 15/06, o Google lançou, por meio de um evento virtual transmitido no YouTube e Orkut, oConecte Seu Negócio. Trata-se de uma iniciativa desenvolvida em parceria com a Yola –serviço para criação de sites – e o Sebrae, com o intuito de estimular micro e pequenas empresas brasileiras a utilizarem a internet para realizar negócios. Continue lendo Google cria serviço para conectar pequenas empresas brasileiras à internet

Internet criou 2,6 novos empregos para cada vaga que fez desaparecer

Um relatório que acaba de ser divulgado pela consultoria McKinsey aponta que a disseminação da internet contribuiu para um aumento das vagas de trabalho no mercado mundial. Para chegar a essa conclusão, o estudo analisou o impacto da web na economia de 13 países – as oito nações mais ricas do planeta, além de Brasil, China, Coreia do Sul, Índia e Suécia.

Segundo o estudo, que ouviu 4,8 mil pequenas e médias empresas de diversos segmentos e países, foram criadas 2,6 novas vagas de emprego por conta da internet, para cada 1 posto de trabalho que despareceu graças à web.

Outra constatação da McKinsey é de que a internet tem contribuído fortemente para a economia dos 13 países consultados no estudo. Em média, o setor responde por 3,4% do PIB (Produto Interno Bruto) dessas nações, representando uma fatia maior do que segmentos tradicionais, como agricultura ou energia. E as projeções indicam que, nos últimos cinco anos, os negócios na web responderam por 21% do crescimento do PIB nos mercados desenvolvidos.

Quanto às empresas que têm obtido mais benefícios desse avanço da internet, o levantamento aponta que 75% dos resultados são gerados por companhias que atuam em setores tradicionais e não estão ligadas a novas tecnologias.

A McKinsey cita também que os Estados Unidos são hoje o responsáveis por mais de 30% de todas as receitas geradas pela internet. Enquanto que o Brasil corresponde por cerca de 1% e é considerado um país em estágio inicial de desenvolvimento do setor, mas com alto potencial de crescimento.

Fonte: [Olhar Digital]

e-G8 discute regulação e controle da internet

O primeiro dia de debates do e-G8, evento que reúne representantes das oito maiores economias do mundo, países emergentes e executivos de empresas de tecnologia, concentrou as discussões em torno da liberdade de uso da internet no mundo.

Sediado em Paris, o e-G8 foi aberto pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, na tarde de hoje. Além de chefes de Estado, executivos como o conselheiro do Google, Eric Schmidt, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, e representantes de companhias como Twitter e Wikipedia participam das discussões.

Todas as conclusões e propostas dos dois dias do encontro eletrônico serão apresentadas ao G8 tradicional, a reunião dos governantes dos Estados Unidos, Japão, Inglaterra, França, Itália, Canadá, Alemanha e Rússia, que acontecerá nos dias 26 e 27 deste mês, no balneário francês de Deauville.

O encontro tornou-se mais importante após a participação essencial das redes sociais Facebook e Twitter em movimentos a favor da democracia em países árabes.

De acordo com analistas, é de grande interesse das companhias do Vale do Silício que os governantes entendam que uma internet moderada será obstáculo para a inovação.

“A internet dá a escala de credibilidade de uma democracia ou a escala de vergonha de uma ditadura”, falou Sarkozy em seu discurso de abertura durante o primeiro dia de e-G8, defendendo que países se posicionem para não permitir o uso completamente desenfreado da internet.

O presidente francês é conhecido por defender e criar severas leis para garantir os direitos de copyright na internet. Os debates podem ser acompanhados ao vivo pela página do evento no Facebook.

Fonte: [Info Online]

 

 

HP disponibiliza para download, livro em português sobre gestão de desenvolvimento em TI

A Hewlett-Packard (HP) disponilizou em seu site o livro “Manual de Aplicações: um guia para dominar o ciclo de vida das aplicações modernas”. Escrito por especialistas da empresa, dois especialistas na área de soluções para produtos da própria HP, o material apresenta explicações instrumentais para qualquer gerente de projetos de TI que deseja entender as mudanças mais complexas que sofreram o desenvolvimento de aplicativos modernos, incluindo aquelas trazidas pela nova realidade de Aplicações de Internet Rica (RIA). “No contexto em que vivem as corporações hoje, há uma grande pressão pelo desenvolvimento acelerado de software. Se antes a sua empresa demorava, um ano para desenvolver uma solução, hoje ela demora 6 meses. Se ela levava 6 meses, hoje ela leva 3, e assim por diante”, disse Jonathan Rende, vice-presidente e gerente geral de soluções de aplicações da HP.

Escrito por Brad Hipps, Senior Manager of Solutions Marketing for Software, e Mark Sarbiewski, Senior Director of Solution Marketing for Software, o livro busca trazer a experiência desses profissionais na resolução de um problema simples: como a realidade do desenvolvimento e do tempo de vida de um aplicativo para soluções empresariais mudou, e como deve ser a nova perspectiva de desenvolvedores, gerentes e diretores diante desse fato.

O livro traduzido para o português pode ser baixado gratuitamente, através do site da HP, mediante a realização de um cadastro simples. Basta clicar aqui.

Fonte: [Linux Magazine]

O Linux completa 20 anos

Em 1991, Linus Torvalds postou sua famosa mensagem: “Hello everybody out there…” (em tradução livre, “Olá a todos por aí…”) e em seguida liberou o primeiro código do Linux.

Passados 20 anos, o Linux e a comunidade de códigos abertos comemora a criação deste sistema que hoje está presente em supercomputadores, bolsas de valores, aparelhos de telefone, caixas automáticos…a lista é grande!

E a Linux Foundation irá criar uma série de eventos comemorativos online e presenciais, conforme seu hotsite de aniversário.

 

httpv://www.youtube.com/watch?v=5ocq6_3-nEw&feature=player_embedded

 

Fonte: [Info online]

 

Revista Eletrônica: Linux Magazine Community Edition 76

Confira nesta edição os principais assuntos da Linux Magazine de março (Monitoramento e segurança) e leia artigos completos sobre ferramentas de backup para auxiliar na prevenção de falhas e perdas de dados e proteção de servidores web com o módulo mod_security do Apache.

Para fazer o download, [clique aqui].

Estatal de energia entra no mercado de internet ultrarrápida

A Copel (Companhia de Energia do Paraná) anunciou nesta segunda-feira que vai entrar no mercado de banda extra larga na internet. A velocidade de transmissão oferecida pela empresa será de 100 mbps (megabytes por segundo).

Nesse nível, a transmissão de dados (voz, vídeo e textos) ocorre sem interrupções.

O serviço já é ofertado no Brasil por companhias telefônicas e TV a cabo. A empresa de energia tem planos de tornar o Paraná o primeiro Estado a ter cobertura 100% digital de internet em todos os municípios. Continue lendo Estatal de energia entra no mercado de internet ultrarrápida